Crescimento com a exportação

De um negócio familiar a uma das principais companhias de alimentos da América do Sul, a Minerva Foods está em crescente expansão de seus mercados interno e externo.

 

Ao longo de mais de 20 anos de história, a Minerva S.A. (Minerva Foods), com sede em Barretos, no interior de São Paulo, (veja endereço na legenda da pág. 9), passou de um negócio familiar a uma das principais companhias produtoras e comercializadoras de carne bovina in natura, couro, exportação de gado vivo e derivados da América do Sul. É responsável por quase 17% das exportações brasileiras desses produtos para os cinco continentes, além de atuar também no processamento de carne bovina, suína e de aves. Figura entre as três maiores indústrias do ramo no País. (GRI 2.1, GRI 2.2, GRI 2.4)

A Companhia iniciou a trajetória de sucesso em 1992, quando a Família Vilela de Queiroz, que desde o final dos anos 1950 desenvolvia atividades empresariais atendendo a pecuaristas no ramo de transporte rodoviário de cargas, comprou da massa falida do frigorífico Minerva do Brasil a planta industrial onde hoje funciona a Unidade de Barretos e também onde está a sede da Minerva. No final do mesmo ano, tiveram início as operações da Indústria e Comércio de Carnes Minerva Ltda.

Desde então, o principal foco da Minerva dirigiu-se ao mercado exportador, obtendo expansão contínua e consistente. Tem hoje uma estrutura com 12 unidades industriais no Brasil, Paraguai e Uruguai, estrategicamente localizadas próxima aos portos a partir dos quais exporta para mais de cem países de todos os continentes. Oito escritórios no Exterior fornecem o suporte a essa intensiva movimentação comercial. A Companhia tem, ainda, escritórios em São Paulo (SP) e Belém (PA), com funções administrativas e comerciais. (GRI 2.3, GRI 2.5, GRI 2.7)

 
 

ALTA PRODUTIVIDADE

No final de 2013, a Minerva tinha capacidade instalada para o abate de 11.480 cabeças/dia; a de desossa era 23% superior à de abate. A taxa média de utilização dessa capacidade no ano foi de 74,9%, índice bastante superior à média do setor no Brasil, que foi de 65%, de acordo com levantamento realizado pela Companhia com base nos dados disponibilizados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e pela Scot Consultoria.

Capacidade instalada


Abate

Desossa

Taxa de utilização

Média Brasil

11.480

+ 23%

74,9%

65%