USO DOS RECURSOS NATURAIS

Monitoramento do consumo e descarte adequado no ambiente seguem rigorosos padrões

 

A água utilizada nas atividades da Minerva destina-se principalmente à limpeza das áreas de produção e esterilização de equipamentos. A qualidade da água de abastecimento atende às portarias do Ministério da Saúde e resoluções específicas do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. Para economia deste recurso tão precioso, a Companhia realiza, de forma contínua, manutenção preventiva para redução de vazamentos e, sempre que possível, troca os equipamentos por modelos mais modernos e de menor consumo. Em 2013, as unidades industriais da Minerva consumiram no total 4.756.516 m³ de água, volume 1% maior que o consumo industrial de 2012. (GRI-EN8)

EFICIÊNCIA NO TRATAMENTO DE EFLUENTES

Monitoramento mensal busca melhoria contínua

Todos os efluentes líquidos lançados pela Minerva no ambiente são mensalmente monitorados por amostragem para que a Companhia acompanhe a eficiência de seus sistemas de tratamento e aplique medidas para melhoria contínua dos processos. As águas subterrâneas e os corpos hídricos receptores impactados por esses lançamentos também são monitorados mensalmente, ou de acordo com as exigências definidas nas Licenças Ambientais. O solo é monitorado também nas unidades onde é realizada a fertirrigação, ou seja, a irrigação do solo com efluente líquido tratado e rico em nutrientes. Em 2013, foram investidos nesse processo R$ 102 mil nas unidades industriais da Companhia.

 
 

CONSUMO ANUAL DE ÁGUA (em m³)


2013
2012
2011

4.756.516
4.709.310
4.828.235

 

Efluentes Líquidos

Todo o efluente líquido gerado nas atividades industriais das unidades Minerva passa por Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs), nas quais é submetido a tratamentos físicos, químicos e biológicos. Os produtos gerados no processo têm destinação adequada, sendo a borra (oriunda da centrifugação) enviada para compostagem, o óleo animal ou “sebo ácido” enviado para queima nas caldeiras, como combustível alternativo, e a água encaminhada para tratamento secundário em lagoas biológicas.

Entre os programas ambientais da Companhia está o Projeto Sangue Bom, que prevê a coleta e destinação adequada do sangue bovino proveniente do processo de sangria para industrialização, otimizando a operação das ETEs. O sangue recolhido é vendido à indústria especializada para extração de plasma.

 

A Estação de Tratamento da unidade de Araguaína, por exemplo, recebeu em setembro de 2013 efluentes brutos com carga orgânica equivalente ao esgotamento doméstico produzido por uma população de 135.230 habitantes (Equivalente Populacional). Após tratamento físico-químico e biológico, a carga orgânica foi reduzida em 98,54%, equivalente à produzida pelo esgotamento doméstico gerado por uma população de 1.969 habitantes. (GRI-EN21)

Vista aérea da Minerva Indústria e Comércio de Alimentos, em Rolim de Moura (RO), com destaque para as lagoas de tratamento de efluentes.

 

Todas as unidades operam com meta de redução de 80% da Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), que é a medida de carga orgânica dos efluentes líquidos. Trata-se de uma exigência da maioria dos Estados, apesar de a Resolução 430 do Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente ter estabelecido o limite nacional em 60%.

A Companhia descartou em 2013 um volume total de 4.518.690 m³ de efluentes tratados de acordo com os padrões exigidos na legislação vigente, em suas unidades industriais no Brasil. (GRI-EN21)

Tratamento dos efluentes em Araguaína reduziu a carga orgânica em 98,54%