A DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS

Reciclagem e reutilização são aplicadas nas unidades industriais

 

Todos os resíduos sólidos gerados nas unidades da Minerva são separados de acordo com as classes, e corretamente destinados (veja tabela). (GRI-EN22)

DESTINAÇÃO DE CADA TIPO DE RESÍDUO


Tipo de resíduo
Classe
Tipo de Destinação

Embalagens plásticas em geral, plásticos duros, papel/papelão, Sucata metálica (ferro, inox, cobre, alumínio, etc) (kg
Classe II B
Reciclagem

Cinza da caldeira e resíduos peneira linha verde - rúmen (kg)
Classe II A
Incorporação em solo agrícola

Entulho de construção (kg)
Resíduos especiais
Disposição em aterro especializado

Lâmpada fluorescente e pilhas e baterias (unidades)
Classe I
Descontaminagem/ Reciclagem

Lodo tridecanter, restos orgânicos refeitório e rejeitos (kg)
Classe II A
Graxaria

Óleo usado (l)
Classe I
Rerefino

Resíduos peneira linha vermelha (kg)
Classe II A
Graxaria

Sebo Ácido Tridecanter (l)
Classe II A
Queima em caldeira

Os recicláveis – principalmente plástico, sucata metálica, papelão e papel – são vendidos para empresas licenciadas, gerando receita para a Companhia. Em 2013, foram recicladas mais de 1.970 toneladas de resíduos sólidos nas unidades industriais, representando um aumento de 1,6% do volume comparado ao ano de 2012. O custo para coleta, tratamento e disposição final adequada foi de mais de R$ 265 mil.(GRI-EN2; GRI-EN22)

Há geração de resíduos Classe I (perigosos) nas áreas de manutenção, enfermaria e laboratórios. Enviados para empresas licenciadas (com transporte próprio e adequado), recebem destinação ambientalmente adequada, devidamente certificada. Os resíduos oleosos que têm origem nas oficinas mecânicas das unidades industriais são vendidos para rerrefino ou queimados nas caldeiras. (GRI-EN24)

O óleo advindo das estações de tratamento, utilizado nas caldeiras como combustível alternativo, reduz o consumo de material lenhoso bem como o volume de rejeitos enviado para aterros industriais, garantindo o aproveitamento dos subprodutos e maior sustentabilidade da operação. (GRI-EN26)

 Processos de reciclagem de materiais são largamente utilizados nas unidades da Minerva

 

RESÍDUOS RECICLADOS (em Kg)


Unidade
2013
2012
2011

Araguaína
35.167
42.958
60.047

Barretos
615.150
709.440
640.740

Batayporã
175.247
132.835
136.193

Campina Verde
83.198
102.796
137.523

José Bonifácio
405.035
425.971
373.390

Palmeiras de Goiás
490.270
415.244
449.843

Rolim de Moura
166.675
110.561
67.001

Total
1.970.742
1.939.805
1.864.737

 
 

INVESTIMENTOS NA MELHORIA DOS PROCESSOS (em R$)


Programa
Objetivo
Início
Abrangência (Público Atendido)
Investimento Específico (R$)
2013
2012
Resultados Obtidos
2013

Monitoramento de efluente líquido
Monitoramento da qualidade do efluente
Metodologia mensal padronizada a partir de Jan/2011
Todas as unidades de produção
R$102.624,02
R126.000,00
Com o acompanhamento de eficiência dos sistemas de tratamento, pode-se observar como está o tratamento, podendo tomar medidas imediatas para a melhoria do sistema.

Monitoramento de efluente líquido
Monitoramento da qualidade das emissões de fontes estacionárias (caldeiras)
De acordo com condicionante específica para cada Licença de Operação
Unidades: Batayporã, Campina Verde e José Bonifácio
R$ 32.900,00
R$ 27.500,00
Análises realizadas para monitoramento e atendimento à Resolução Conama 382/2006 e 436/2011

Custo com PCA, RCA, PRUA etc. (*)
Atendimento legal
De acordo com processo de licenciamento, ampliação ou renovação
Campina Verde, José Bonifácio E Rolim de Moura
 
R$ 95.500,00
 

Custo com destinação de resíduos
Atendimento legal
 
Todas as unidades
R$ 265.875,43
 
Os resíduos foram descartados em aterros licenciados, não comprometendo a qualidade de ar, solo e água.

Totais
R$ 401.399,45
R$ 249.000,00
 

 

* PCA – Plano de Controle Ambiental. RCA – Relatório de Controle Ambiental. PRUA – Plano de Redução de Uso da Água.

 Unidade de José Bonifácio (SP) possui sistema de monitoramento das emissões atmosféricas

 

EMISSÕES ATMOSFÉRICAS

A Minerva investe em monitoramento de emissões atmosféricas, como parte da política de sustentabilidade. As plantas de Batayporã, Campina Verde e José Bonifácio possuem monitoramento da qualidade das emissões atmosféricas de fontes estacionárias (caldeiras, que queimam lenha de eucalipto ou de madeira com origem certificada). A medição direta verificou que foram respeitados os padrões exigidos pelas resoluções Conama 382/2006 e 436/2011. Para a realização da aferição nessas unidades, em 2013, a Companhia investiu R$ 32,9 mil. (GRI-EN30)

MITIGAÇÃO

Como ação conjunta de mitigação das emissões e de conscientização dos colaboradores, na Semana do Meio Ambiente de 2013 foram feitos plantios de mudas nativas nas unidades de Batayporã, Campina Verde, Araguaína e Palmeiras de Goiás.(GRI-SO1; GRI-EN26)